Ninguém atravessa o Atlântico para ficar num quarto. Parece óbvio, menos nas discussões de turismo. O debate açoriano continua demasiado ocupado a contar quem chega, onde dorme e quanto paga. Menos ocupado a perceber porque vem, o que procura, como decide e que valor fica depois de partir.
Dormidas, proveitos, passageiros e camas importam. Mas o alojamento é onde a viagem repousa, não a razão...
Turismo: O luxo de não sermos iguais
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