Segurança Rodoviária lança hoje campanha de Ano Novo para prevenção do execesso de velocidade e álcool

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) lançou hoje a campanha de Ano Novo “O Melhor Presente é Estar Presente”, centrada no combate ao excesso de velocidade, de álcool e uso do telemóvel ao volante.



A campanha, para minimizar o número de acidentes nas deslocações previstas por altura do Ano Novo e que estará em vigor até 02 de janeiro, será difundida na televisão, na rádio, na imprensa regional e local e nas redes sociais, entre outros meios, e conta com 74 parceiros.

“À semelhança de anos anteriores, conta com a parceria de mais de 70 entidades públicas e privadas, incluindo os Governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, que desta forma se associam ao grande propósito coletivo de ‘salvar vidas’ e de chegarmos às ‘Zero Mortes’ na estrada, ampliando o alcance da campanha e o impacto esperado na mudança do comportamento dos condutores e de todos os que partilham a estrada”, refere a ANSR em comunicado.

A ANSR lembra que “em Portugal, e apesar dos resultados obtidos nas últimas duas décadas, perderam a vida nas estradas, entre 2010 e 2020, uma média de 645 pessoas por ano, o equivalente à queda de três aviões por ano com capacidade para mais de 200 lugares. Um número muito longe do único aceitável: Zero mortes na estrada”.

A mesma entidade sublinha que a sinistralidade rodoviária é uma tragédia mundial, pois todos os anos morrem 1,35 milhões de pessoas em todo o mundo, o que representa “3.700 pessoas por dia, uma pessoa a cada 24 segundos”, sendo “a primeira causa de morte dos 05 aos 29 anos”.

Em 2019, o custo económico e social da sinistralidade rodoviária atingiu os 3.713 milhões de euros, um valor que corresponde a cerca de 1,6% do PIB, adianta.


PUB

Premium

A funcionar desde outubro, a Unidade de Hospitalização Domiciliária do Hospital do Divino Espírito Santo já internou 18 doentes em casa, oferecendo cuidados de nível hospitalar no domicílio, com uma equipa multidisciplinar dedicada, menor risco de infeções e quedas, maior conforto para o doente e melhor gestão das camas hospitalares