Rúben Rodrigues quer continuar a liderar o nacional

Piloto açoriano lidera o Campeonato de Portugal de Ralis, posição que pretende manter após o Rally de Portugal



Rúben Rodrigues vai fazer a sua estreia no Rally de Portugal, uma prova apetecível para todos os participantes, em especial para a caravana portuguesa, atendendo a que o evento português é pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis (WRC na sigla inglesa).

Vencedor da prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis, Rúben Rodrigues - que volta a contar com Rui Raimundo no Toyota GR Yaris Rally2 - vai tentar deixar a sua marca na segunda prova do campeonato, procurando defender a sua liderança ao longo dos dois dias de competição (hoje e amahã).

“Este é sem dúvida um rali difícil onde vamos tentar fazer o melhor. Os troços são muito exigentes, estreitos e sinuosos, onde é preciso ter sorte para não ter furos. O carro tem um set-up diferente que requer perceber e, por isso, vamos ter de estar muito concentrados. Temos de ser muito inteligentes durante a prova e ter atenção às condições meteorológicas. Para mim é um rali novo, com pneus novos, mas vamos trabalhar para fazer uma boa prova”, disse Rúben Rodrigues, citado em nota de imprensa da ARC Sport.

Pelotão nacional reduzido a 14 pilotos

O contingente nacional que participa na edição no Rally de Portugal será composto por apenas 14 pilotos, nesta que constitui a segunda ronda da temporada.

Integrada na etapa mundialista, a prova do CPR está limitada aos dois primeiros dias de competição, ou seja, hoje e amanhã. Ainda assim, é a prova mais dura e extensa do calendário nacional, uma vez que os troços ficam mais degradados devido à passagem dos concorrentes internacionais.

Armindo Araújo (Skoda) parte como favorito, até pela experiência de quem já foi o melhor português na prova por 14 vezes, incluindo uma vitória à geral.

Na prova de abertura, em Amarante, Armindo Araújo foi segundo classificado, atrás de Rúben Rodrigues (Toyota), que chega ao Rally de Portugal como líder do CPR.

O leque de candidatos é integrado ainda por Pedro Almeida (Toyota), José Pedro Fontes (Lancia), Pedro Meireles (Skoda), Ricardo Teodósio (Citroen), além de Gonçalo Henriques (Hyundai) e Hugo Lopes (Hyundai).

Ao todo, a etapa do CPR conta com 10 classificativas, num total de 134,3 quilómetros, disputados maioritariamente em pisos de terra, já que a superespecial da Figueira da Foz (esta quinta-feira), em asfalto, tem um perímetro de 2.100 metros e encerra o primeiro de dois dias de competição, que começa em Águeda/Sever e passa ainda por Albergaria.

Amanhã realizam-se mais seis troços, com passagens por Mortágua, Arganil e Lousã da parte da manhã, Góis, Lousã e Mortágua, da parte da tarde.

A especial de Mortágua, a fechar o dia de sexta-feira, conta como “power stage” para o campeonato português e encerra as contas lusas.

A partir de sábado, a continuidade em prova é opcional e apenas pelo título honorífico de melhor piloto luso em prova.

Rúben Rodrigues lidera o campeonato nacional, com 25 pontos, mais dois do que Armindo Araújo.


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