Presidência de Seguro deve ser vivida com “espírito de cooperação”

O líder do executivo açoriano considerou que o ciclo aberto com o novo Presidente da República deve ser vivido com “espírito de cooperação” e “sentido de responsabilidade”



José Manuel Bolieiro reiterou a “total disponibilidade do Governo dos Açores para um trabalho conjunto, leal e construtivo”, valorizando o diálogo e a cooperação institucional entre o Presidente da República e a região autónoma.

Bolieiro esteve na cerimónia de tomada de posse de António José Seguro como XXI Presidente da República Portuguesa.

“Num contexto internacional particularmente exigente, o trabalho conjunto entre as instituições da República assume especial relevância para responder aos desafios que se colocam ao país, reforçar a coesão nacional e afirmar o papel dos Açores no quadro da geopolítica e da geoestratégia de Portugal”, afirmou.

José Manuel Bolieiro referiu que “a valorização da posição atlântica dos Açores constitui também um contributo para o reforço da projeção estratégica de Portugal e da sua capacidade de afirmação no espaço europeu e atlântico”.

O governante açoriano frisou que “a região continuará disponível para colaborar com espírito de confiança institucional e sentido de responsabilidade, em benefício dos açorianos e do país”.

Bolieiro deixou uma palavra de reconhecimento a Marcelo Rebelo de Sousa pelo exercício das funções ao longo da última década, destacando a relação de proximidade que manteve com a região.

O líder do executivo açoriano referiu, a propósito, “a atenção, a amizade e o respeito que sempre demonstrou para com os Açores e os açorianos”, acrescentando que “o povo açoriano guarda um sentimento de gratidão pela forma próxima e genuína com que acompanhou a região ao longo do seu mandato”.

Ao longo do seu discurso, com cerca de 25 minutos, o novo chefe de Estado reiterou a mensagem de que se empenhará na promoção de entendimentos políticos, pelo "diálogo em vez de trincheiras", e apelou aos portugueses que sofrem ou se sentem indignados que "acreditem em Portugal".  

 


PUB