Europeu das nações

Preparação "à pressa" comprometeu o regresso de Portugal a casa

 Preparação "à pressa" comprometeu o regresso de Portugal a casa

 

LUsa/AO   Outras modalidades   1 de Dez de 2007, 19:51

Quatro treinos “muito à pressa” explicam, em parte, a derrota sofrida pela selecção portuguesa de râguebi frente à Roménia (8-23)
Quatro treinos “muito à pressa” explicam, em parte, a derrota sofrida pela selecção portuguesa de râguebi frente à Roménia (8-23), no jogo que assinalou o regresso a casa dos “Lobos” depois do Mundial2007.
O seleccionador nacional, Tomaz Morais, reconheceu que a preparação para o embate de sofreu alguns percalços e lamentou que tenha falhado o grande objectivo no regresso ao Torneio Europeu das Nações: desforrar a derrota sofrida no último Mundial com a formação de Leste (10-14).
“Tínhamos o objectivo declarado de vencer este jogo, mas falhámos. Talvez a falta de preparação mais adequada e os quatro treinos muito à pressa expliquem, de alguma forma, o que sucedeu hoje”, avaliou o técnico nacional.
Tomaz Morais destacou ainda que a selecção portuguesa “entrou em processo de reconstrução, com muita juventude a ser lançada na equipa”, pelo que a maior experiência romena acabou por determinar o resultado final, mais pesado do que o sofrido a 25 de Setembro, em Toulouse, no encerramento da campanha mundialista.
Sobre os mais de 8.000 espectadores, a grande maioria jovens, que marcaram presença no Estádio Nacional, no Jamor, Tomaz Morais salientou que este foi também um sinal que serve de desafio a uma nova etapa na história do râguebi português.
“Foi um sinal para os dirigentes da modalidade. Temos a obrigação de alimentar as expectativas destes jovens e dar um novo impulso no râguebi português, para sermos, de futuro, uma selecção cada vez mais forte”, destacou o técnico.
Este encontro assinalou também a despedida de um dos “históricos” da selecção, o médio de abertura Luís Pissarra, que envergou a braçadeira de capitão, que “pertence” a Vasco Uva, para assinalar o adeus aos "Lobos", com a 75ª internacionalização.
O jogador do Agronomia não foi, porém, muito feliz neste último jogo pela selecção portuguesa. Pior do que o desaire com os romenos foi a lesão sofrida no maxilar, com suspeita de fractura, que o forçou a abandonar o campo aos seis minutos da segunda parte.

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