Porto de Abrigo pede pagamento de verbas retidas

A Porto de Abrigo considera ser possível recuperar dos problemas financeiros que afectam a cooperativa dos pescadores.


Através de um comunicado distribuído aos órgãos de comunicação social, a Porto de Abrigo considera que a primeira medida a ser implementada é o pagamento dos salários aos funcionários, que poderá ser efectuado "através dos pagamentos das verbas indevidamente retidas pela Lotaçor, relativas à facturação dos meses já vencidos e às quotizações", explica o documento proveniente da Porto de Abrigo.

A associação de pescadores informa ainda que estão em falta o pagamento dos duodécimos vencidos durante os últimos cinco meses, relativos aos protocolos da gestão dos portos de Rabo de Peixe, Mosteiros e Porto Formoso/Maia.

O comunicado sublinha que o dinheiro retido pelo governo ultrapassa as necessidades para regularizar o pagamento dos vencimentos de todos os funcionários e garantir o normal funcionamento da instituição.

A Porto de Abrigo alega que deverá ser reposta a legalidade com a devolução do serviço de transporte de pescado na ilha de São Miguel, um serviço efectuado há 13 anos pela Porto de Abrigo, "sem falhar um único dia e com enormes vantagens para os pescadores", sublinha o comunicado.

A Porto de Abrigo afirma que a declaração de má gestão efectuada pelo Subsecretário das Pescas destina-se a promover a desconfiança na Cooperativa e nos seus dirigentes. A associação mostra-se disponível para ser alvo de uma auditoria por uma entidade idónea e com competência para efectuar uma análise ao trabalho efectuado.

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