Passos admite diminuição do IRS em 2015 e recusa eleitoralismo

Passos admite diminuição do IRS em 2015 e recusa eleitoralismo

 

Lusa/AO Online   Nacional   15 de Nov de 2013, 18:21

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu hoje a possibilidade de uma diminuição do IRS em 2015, se houver excedente orçamental, e recusou que essa seja uma medida eleitoralista, tendo em conta as legislativas desse ano.

"Se tivermos essa possibilidade, claro que me parece justo. Não é por ser ano de eleições que agora não vamos fazer esse alívio. Não vamos dizer às pessoas 'olhem, como há eleições, os senhores continuam a pagar mais para o Estado ter ainda mais excedente'. Isso não faz sentido. Se tivermos essa margem, devemos fazê-lo. Eu não sei se vamos ter margem para o fazer", afirmou.

Em declarações aos jornalistas, durante uma visita a instalações da Santa Casa da Misericórdia da Aldeia da Galega da Merceana, no concelho de Alenquer, Pedro Passos Coelho alegou que "a última coisa de que se pode acusar este Governo é de eleitoralismo", porque tem "adotado todas as medidas difíceis, não obstante as eleições".

"Se viermos a conseguir baixar alguma coisa na carga fiscal que incide sobre o IRS é porque fomos bem-sucedidos daqui até lá, é porque o excedente orçamental se confirmou, é porque todas as nossas melhores perspetivas se confirmaram e, então, é justo que os portugueses recebam o retorno da política que foi seguida", considerou.

 


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.