Apelo à proteção do arvoredo de interesse público

Os Amigos dos Açores - Associação Ecológica e o Núcleo Regional dos Açores da IRIS - Associação Nacional do Ambiente elaboraram uma posição conjunta onde defendem a valorização do património arbóreo do arquipélago



“Sete anos após o lançamento da petição que conduziu à aprovação, por unanimidade, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, do Decreto Legislativo Regional n.º 27/2022/A, de 28 de novembro, que estabelece o regime jurídico de classificação de arvoredo de interesse público na região, as duas associações sublinham que esta data constitui uma oportunidade para reforçar a importância da proteção das árvores e das florestas açorianas”, é referido num comunicado divulgado no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Floresta, que se assinala no sábado.

As associações também sugerem que seja dada “especial atenção” a um conjunto de árvores consideradas dignas de classificação no arquipélago, localizadas na ilha de São Miguel, nomeadamente um cedro-do-mato (‘Juniperus brevifolia’) no campo de golfe das Furnas, um metrosídero (‘Metrosideros excelsa’) no Jardim do Palácio de Santana, um dragoeiro (‘Dracaena draco’) na Escola Secundária Antero de Quental e uma orelha-de-elefante (‘Enterolobium cyclocarpum’) no Jardim António Borges.

A lista inclui ainda, entre outros, um eucalipto-limão (‘Corymbia citriodora’) no Jardim Dr. António da Silva Cabral (Vila Franca do Campo), um pinheiro-da-nova-caledónia (‘Araucaria columnaris’) no Jardim da Universidade dos Açores, um eucalipto (‘Eucalyptus robusta’) no Pinhal da Paz e uma palmeira-do-chile (‘Jubaea chilensis’) também no Jardim António Borges.

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Mau tempo

Na sequência da passagem da depressão Therese pelo arquipélago, e em atualização ao número de ocorrências, foram registadas, durante o dia de hoje e até ao momento, um total de 57 ocorrências, adianta o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA)