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Palin declara-se pronta para ser presidente
Na sua primeira entrevista desde que foi indicada para a vice-presidência pelos republicanos, Sarah Palin disse estar pronta para ser presidente se necessário, mas evitou questões sobre se tinha preparação sobre segurança nacional para ser comandante das forças armadas.
Palin declara-se pronta para ser presidente

Autor: Lusa/AO online
O candidato presidencial republicano, John McCain, defendeu as qualificações da sua colega na corrida à Casa Branca, apontando o seu comando da Guarda Nacional do Alasca e a proximidade deste estado norte-americano com a Rússia.

    Na entrevista feita por Charles Gibson da ABC News e divulgada quinta-feira, Palin esforçou-se por defender as suas capacidades para assumir um dos mais poderosos trabalhos no mundo, com algumas dificuldades ao nível da política externa. Foi incapaz de descrever a "doutrina Bush" sobre ataques preventivos contra nações que constituam uma ameaça e admitiu que nunca se encontrou com um chefe de Estado estrangeiro.

    Palin, de 44 anos, é governadora do Alasca há menos de dois anos, depois de ter sido presidente de Câmara de uma pequena cidade.

    Questionada sobre se aquelas eram credenciais suficientes, Palin disse: "É sobre a reforma do governo e sobre recolocar o governo do lado das pessoas e isso tem muito a ver com a política externa e com questões de segurança nacional".

    Por outro lado, considerou que como antiga presidente da Comissão de Conservação do Petróleo e Gás do Alasca tem conhecimentos especializados sobre como tornar o país independente a nível energético.

    As questões sobre política externa dominaram a primeira das três entrevistas que Palin deu a Gibson em dois dias.

    A candidata a vice-presidente disse que um Irão com armas nucleares é perigoso. "Temos que pressionar o Irão", defendeu.

    Apelou para que a Geórgia e a Ucrânia sejam incluídas na NATO, o que exigiria que os Estados Unidos as defendessem militarmente.

    Palin considerou que o ataque da Rússia à Geórgia o mês passado foi "sem motivo" e convidada a precisar se apoiaria uma guerra para defender Tbilissi disse: "Talvez".
 
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