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Palin declara-se pronta para ser presidente

Palin declara-se pronta para ser presidente

 

Lusa/AO online   Internacional   12 de Set de 2008, 15:56

Na sua primeira entrevista desde que foi indicada para a vice-presidência pelos republicanos, Sarah Palin disse estar pronta para ser presidente se necessário, mas evitou questões sobre se tinha preparação sobre segurança nacional para ser comandante das forças armadas.
O candidato presidencial republicano, John McCain, defendeu as qualificações da sua colega na corrida à Casa Branca, apontando o seu comando da Guarda Nacional do Alasca e a proximidade deste estado norte-americano com a Rússia.

    Na entrevista feita por Charles Gibson da ABC News e divulgada quinta-feira, Palin esforçou-se por defender as suas capacidades para assumir um dos mais poderosos trabalhos no mundo, com algumas dificuldades ao nível da política externa. Foi incapaz de descrever a "doutrina Bush" sobre ataques preventivos contra nações que constituam uma ameaça e admitiu que nunca se encontrou com um chefe de Estado estrangeiro.

    Palin, de 44 anos, é governadora do Alasca há menos de dois anos, depois de ter sido presidente de Câmara de uma pequena cidade.

    Questionada sobre se aquelas eram credenciais suficientes, Palin disse: "É sobre a reforma do governo e sobre recolocar o governo do lado das pessoas e isso tem muito a ver com a política externa e com questões de segurança nacional".

    Por outro lado, considerou que como antiga presidente da Comissão de Conservação do Petróleo e Gás do Alasca tem conhecimentos especializados sobre como tornar o país independente a nível energético.

    As questões sobre política externa dominaram a primeira das três entrevistas que Palin deu a Gibson em dois dias.

    A candidata a vice-presidente disse que um Irão com armas nucleares é perigoso. "Temos que pressionar o Irão", defendeu.

    Apelou para que a Geórgia e a Ucrânia sejam incluídas na NATO, o que exigiria que os Estados Unidos as defendessem militarmente.

    Palin considerou que o ataque da Rússia à Geórgia o mês passado foi "sem motivo" e convidada a precisar se apoiaria uma guerra para defender Tbilissi disse: "Talvez".

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