No encerramento da Assembleia Mundial da Saúde, que decorreu segunda-feira e hoje por teleconferência pela primeira vez em 73 edições, Tedros Ghebreyesus afirmou que “aprender lições está no DNA da OMS”.
Na resolução aprovada por unanimidade pelos 194 países membros defende-se uma avaliação “imparcial, independente e completa” à atuação da OMS no desenrolar da pandemia da Covid-19.
O responsável da organização apontou que o comité independente que avalia permanentemente a OMS já fez uma avaliação sobre o papel da agência até abril e que as suas recomendações “também serão levadas a sério”.
Por agora, “o foco está em salvar vidas”, destacou Ghebreyesus, garantindo que a OMS continuará a “liderar a estratégia de coordenação da resposta global” ao novo coronavírus e a “dar ao mundo informação e análise sobre a pandemia”.
“Continuaremos a manter o mundo informado e a dar às pessoas e comunidades a informação de que necessitam para se manterem seguras”, declarou.
A Covid-19 é uma ameaça “à cooperação internacional mas também veio lembrar que apesar de todas as diferenças, só existe uma raça humana”, considerou.
