Marinha portuguesa acompanhou vários navios da Federação Russa em águas nacionais

A Marinha portuguesa informou hoje que “monitorizou e acompanhou vários navios de guerra e de investigação científica e oceanográfica da federação russa”, durante dois dias, entre quarta e sexta-feira.




“O Centro de Operações Marítimas monitorizou permanentemente a atividade da fragata Neustrashimyy, do navio Reabastecedor Pashin e do navio de investigação Akademik Ioffe, assim como coordenou o emprego dos navios da Marinha Portuguesa, NRP António Enes e NRP Figueira da Foz, no acompanhamento dos navios ao longo das Zonas Económicas Exclusivas do Continente e dos Açores”, refere um comunicado hoje divulgado.

A Marinha justifica que, através destas ações de monitorização e vigilância, garantiu a defesa e segurança dos espaços marítimos sob soberania, jurisdição ou responsabilidade nacional, contribui para a proteção dos interesses de Portugal e das suas infraestruturas críticas.

“Simultaneamente, assegura o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no quadro da Aliança Atlântica, 24 horas por dia, nos 365 dias do ano”, refere o comunicado.


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A quota de pesca do atum-rabilho vai aumentar 21% em 2026, permitindo aos pescadores açorianos “capturar 115 toneladas desta espécie de elevado valor comercial”, revelou ontem o Governo Regional dos Açores.

Na véspera do Dia dos Namorados, a Escola Secundária Antero de Quental realizou uma ação sobre violência no namoro, no meio digital. A iniciativa foi em parceria com Associação Desliga.