Nas redes sociais, Macron revelou que ouviu “as expectativas legítimas” das organizações de estudantes do ensino secundário, com as quais esteve reunido na sexta-feira.
“O primeiro-ministro e os ministros darão continuidade a este diálogo a partir de amanhã [segunda-feira] e apresentarão respostas muito concretas”, escreveu o presidente francês.
A próxima reunião contará com representantes de organizações estudantis, professores, sindicatos, organizações empresariais, autoridades territoriais e parlamentares, na sequência dos protestos sociais que têm marcado a atualidade em França nas últimas semanas.
Na sexta-feira, depois da reunião com Macron, os representantes dos alunos franceses do ensino secundário decidiram prosseguir com a mobilização e os protestos no país, até que sejam tomadas medidas concretas para o setor da educação.
No passado fim de semana, protestos contra o aumento do custo de vida e a situação do setor da educação acabaram por ficar marcados por atos de violência em várias cidades francesas, incluindo danos em edifícios públicos e pilhagens em estabelecimentos comerciais.
Macron apelou à “proibição das manifestações organizadas por indivíduos ‘ilegítimos’”, um termo que os partidos de esquerda afirmam não compreender, uma vez que não há nada na lei francesa que preveja essa definição.
