Bolsa

Lisboa fecha a liderar subidas na Europa com energia e banca em destaque


 

Lusa / AO online   Economia   5 de Jan de 2010, 16:09

O principal índice da bolsa portuguesa, o PSI 20, encerrou esta terça-feira a crescer 0,87 por cento, para os 8.677,69 pontos, a maior valorização entre as praças europeias de referência, impulsionado pelos fortes ganhos na energia e na banca.
O PSI 20 encerrou com 14 títulos em alta e seis em terreno negativo, numa sessão de razoável liquidez em que trocaram de mãos cerca de 60,6 milhões de acções no valor de 151,7 milhões de euros, o dobro do registo da véspera.

A Galp Energia foi o grande destaque da sessão, ao ganhar 3,7 por cento para 12,74 euros, no dia em que o Diário Económico noticiou que a brasileira Petrobras está em conversações com a Eni para adquirir a fatia de 33,34 por cento detida pelo grupo italiano na petrolífera portuguesa.

Contactadas pela agência Lusa, a Eni e a Petrobras não quiseram fazer qualquer comentário sobre as noticiadas negociações sobre a participação na Galp.

Ainda no sector energético, nota para a forte subida da EDP Renováveis, que somou 3,2 por cento para 6,97 euros, enquanto a EDP evoluiu em sentido diferente, fechando o dia a recuar 0,4 por cento para 3,119 euros.

O sector bancário também contribuiu para o avanço do PSI 20, com o Banco BPI a valorizar 3,4 por cento para 2,293 euros, o BCP a ganhar 1,4 por cento para 0,888 euros e o BES a progredir 0,98 por cento para 4,7 euros.

A Portucel avançou mais de dois por cento para 2,049 euros e foi seguida por um grupo de quatro empresas que ganharam mais de um por cento (Semapa, Brisa e Altri, além do já mencionado BCP).

A condicionar maiores ganhos do índice de referência português esteve a Portugal Telecom - um dos cinco pesos pesados do PSI 20, a par da EDP, da Galp, do BCP e do BES - que caiu 1,1 por cento para 8,538 euros.

Também a Teixeira Duarte perdeu mais de um por cento, ao passo que a Sonae Indústri liderou as desvalorizações com um recuo de 1,3 por cento para 2,655 euros.

Lá fora, as restantes praças europeias fecharam sem tendência definida, com Madrid e Londres em alta, de 0,49 por cento e 0,4 por cento, respectivamente, enquanto Paris (-0,03 por cento) e Frankfurt (-0,28 por cento) fecharam no vermelho.

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