Drawing Room Lisboa regressa com 60 artistas e 25 galerias

Drawing Room Lisboa regressa com 60 artistas e 25 galerias

 

Lusa/AO online   Regional   29 de Jul de 2019, 16:42

A Drawing Room Lisboa vai regressar, de 9 a 13 de outubro, à Sociedade Nacional de Belas Artes, com “as melhores propostas de desenho contemporâneo”, de 60 artistas e 25 galerias de arte, anunciou a organização.


A 2.ª edição da Feira de Arte Contemporânea Especializada em Desenho volta a trazer projetos nacionais e internacionais, “para o reconhecimento cultural e comercial do trabalho criativo dos artistas de desenho contemporâneo”, lê-se no programa do evento.

Do leque de mais de 60 personalidades do mundo das artes fazem parte os artistas plásticos Júlio Pomar, Lourdes Castro, Helena Almeida, Ana Jotta, Pedro Barateiro, Eduardo Stúpia, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, Paulo Lisboa, Paulo Brighenti e Irene González, vencedora do prémio Novo Talento Desenho, atribuído na 1.ª edição do Drawing Room.

Este ano, a organização vai apostar num “espaço que destaca a qualidade e diversidade que caracteriza o contexto artístico argentino", comissariado pela curadora Deborah Reda.

“Procurou-se sintetizar o desenho contemporâneo argentino através de cinco exemplos de cinco artistas em apenas um projeto”, representado por galerias de arte de Buenos Aires, na Argentina, lê-se no documento.

As colagens, “onde um fio se pode converter num desenho”, de Hernán Paganini, da Quimera Galería, as paisagens oníricas de composições cromáticas, de Paula Otegui, da galeria Pabellón 4, o desenho, a partir de um plano de cor, nas colagens de Julia Masvernat, da galeria Gachi Prieto, e a gravação em relevo de Matias Ercole, da Miranda Bosh Gallery, vão estar em exibição neste espaço.

Da galeria Jorge Mara-La Ruche, também em Buenos Aires, chegam “as obras coloridas do mestre Eduardo Stúpia, que podem parecer monocromáticas aos olhos do espectador”, e compõem as cinco galerias do espaço dedicado ao contexto argentino.

A estas, juntam-se, no programa geral da feira, espaços portugueses como a galeria Bruno Múrias, a Filomena Soares, a Valbom, a Galeria 111, a Módulo, entre outras de Lisboa, a Galeria Pedro Oliveira, a Kubikgallery e a Sala 117, do Porto, e a galeria Fonseca Macedo, de Ponta Delgada, nos Açores.

O programa integra, ainda, artistas internacionais provenientes de galerias de arte de Santander e Madrid, em Espanha, Tóquio, no Japão, Maputo, em Moçambique, e Salvador, no Brasil.

A seleção das galerias representadas na mostra ficou a cargo da diretora da feira, Mónica Álvarez Careaga, e do Comité Consultivo da Feira.

A 2.ª edição vai receber, em Lisboa, diretores de museus e coleções europeias, no âmbito do Programa Europa – Convidados Institucionais, desenvolvido pela Fundação EDP.

A Drawing Room vai “destacar o trabalho criativo dos artistas e a contribuição das instituições que apoiam o desenho contemporâneo”, pela atribuição de prémios como o Prémio Novo Talento Desenho.

O programa paralelo da feira vai proporcionar iniciativas como conversas em torno do colecionismo do desenho contemporâneo, exposições e visitas ao acervo de desenho de instituições nacionais.

Os bilhetes para a Drawing Room, que vai decorrer de 09 a 13 de outubro, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, já estão à venda e podem custar três euros, para membros da sociedade e menores de 18 anos, e cinco euros.


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