Incêndios

Crise reduz ajuda da sociedade a bombeiros

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Leiria (BVL), Almeida Lopes, quer mais incentivos ao voluntariado e um reforço do apoio municipal às associações humanitárias, que estão a ter menos ajuda da sociedade civil devido à crise.


“Nós dependemos grandemente da sociedade civil, dos nossos sócios, das empresas. Neste momento, eles estão a apoiar muito menos as suas associações de bombeiros por força das circunstâncias”, afirmou Almeida Lopes, considerando que para a sua corporação manter a actual capacidade de resposta é “inevitável” que o município tome medidas “urgentes” para a sua sustentabilidade.

Os BVL têm 183 bombeiros voluntários e 24 assalariados, distribuídos pelo quartel sede, na freguesia de Marrazes, às portas da cidade de Leiria, e por duas secções (Monte Redondo e Cardosos).

Em 2010, a corporação respondeu a 44,7 por cento das 10.425 ocorrências registadas no concelho, segundo dados disponibilizados à Lusa.

Já os Bombeiros Municipais de Leiria actuaram em 19,8% dos pedidos de socorro e as restantes associações humanitárias do concelho, Maceira e Ortigosa, em 18,6% e 16,7%, respectivamente

Segundo a Câmara de Leiria, a corporação municipal, onde trabalham 61 pessoas, das quais 52 são bombeiros, custou em 2010 ao erário público 1,2 milhões de euros.
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Mau tempo

Na sequência da passagem da depressão Therese pelo arquipélago, e em atualização ao número de ocorrências, foram registadas, durante o dia de hoje e até ao momento, um total de 57 ocorrências, adianta o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA)