CDS-PP pede "novo modelo" para os Açores

CDS-PP pede "novo modelo" para os Açores

 

Lusa / AO online   Regional   28 de Nov de 2013, 21:27

O CDS-PP pediu hoje um "novo modelo de desenvolvimento" para os Açores e saudou a abertura ao diálogo do Governo Regional socialista no encerramento do debate dos documentos orçamentais da região para 2014.

 

"Não são documentos maravilhosos, têm carências de investimento, em muitas áreas promovem apenas a continuidade das políticas socialistas. O Plano e Orçamento para 2014 precisa de melhorias", disse o deputado Artur Lima, que lidera o CDS-PP nos Açores, no encerramento do debate no parlamento regional, na Horta.

Artur Lima saudou, por isso, que o presidente do Governo dos Açores, o socialista Vasco Cordeiro, tenha aceitado o repto, no início do debate, de dialogar com a oposição em "na busca de um consenso alargado para fazer frente à maior crise económica e social da era autonómica"

"Para qualquer lado que olhemos há trabalho que tem que ser feito. A nossa economia exige ação ousada, mas rápida. Há que agir, não apenas para criar novos empregos, mas para lançar as novas fundações do futuro, um novo modelo de desenvolvimento", afirmou, depois de ter defendido as propostas do CDS-PP para os documentos, cuja votação decorre nas próximas horas.

Segundo o dirigente centrista, que não revelou até agora qualquer sentido de voto, as propostas do partido são "simples na sua aplicação, mas têm significante e forte impacto social", engobando áreas como o combate às listas de espera, apoios para pagamento de propinas de estudantes da Universidade dos Açores com dificuldades financeiras ou empréstimo de manuais escolares.

Ainda à direita, o deputado do PPM, Paulo Estêvão, revelou, por seu turno, que vai abster-se em relação ao orçamento e votar a favor do plano anual de investimento, pela primeira vez desde que tem assento na Assembleia Legislativa dos Açores (cinco anos).

"Conseguimos encontrar espaços de convergência política suficientes no Plano e Orçamento", afirmou o deputado monárquico, dizendo que, "o PPM diz, desta forma, presente na batalha que é necessário travar contra as correntes neoliberais que querem destruir o Estado Social e fragilizar o processo autonómico".


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