Agências de viagens acreditam ser possível fortalecer relacionamento com SATA

Agências de viagens acreditam ser possível fortalecer relacionamento com SATA

 

Lusa/Ao online   Regional   25 de Nov de 2018, 07:32

O presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, acredita ser possível "estreitar o diálogo e fortalecer o relacionamento" com a SATA durante o próximo ano.

No seu discurso de encerramento do 44.º Congresso Nacional da APAVT, que decorreu em Ponta Delgada, nos Açores, Pedro Costa Ferreira afirmou que as agências de viagens querem ver uma SATA "forte" e "renovada".

"Não temos, aliás, uma única dúvida sobre a necessidade absoluta de uma SATA forte, renovada e reequilibrada – Os Açores, enquanto destino turístico, mas sobretudo enquanto território, simplesmente dependem disso", sublinhou o presidente da APAVT.

A companhia aérea açoriana foi parceira da reunião anual doas agentes de viagens este ano, que reuniu mais de 600 pessoas na região para discutir os desafios do crescimento do Turismo em Portugal.

"Porque assim acontece, não podemos estar mais satisfeitos com o trabalho que foi possível ultimar, ao longo do congresso, entre esta companhia aérea e o capítulo aéreo da APAVT", afirmou a propósito do congresso.

Pedro Costa Ferreira concluiu, então, ser "possível estreitar o diálogo e fortalecer o relacionamento [com a SATA] ao longo de 2019".

O concurso para a privatização de 49% da Azores Airlines foi anulado após a divulgação de documentos que causaram um "sério dano ao grupo SATA e aos Açores", anunciou em 09 de novembro o Governo dos Açores.

Em nota de imprensa, o Governo dos Açores disse, na altura, que "decidiu dar orientações ao Conselho de Administração do grupo SATA para anular o presente concurso público de privatização de 49% do capital social da Azores Airlines e preparar o lançamento de um novo concurso com o mesmo objetivo".

Em causa estão notícias da RTP/Açores, citando documentos privados da comissão de inquérito do parlamento açoriano ao setor empresarial público, indicando que não havia uma proposta formal apresentada pelos islandeses da Icelandair, única entidade qualificada para a segunda fase da alienação, antes o intuito de abrir um período de negociações com a SATA.




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