Açoriano Oriental
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Escola Secundária da Ribeira Grande

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RECOMEÇAR PÓS-COVID: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO COLABORATIVO NA ESRG


Nova realidade na ESRG

O Coronavírus atingiu o nível de uma pandemia que surpreendeu tudo e todos, obrigando a que também a comunidade escolar se reinventasse e aceitasse novos desafios. O “Ponto&Vírgula Jornal” foi conhecer melhor os contornos desta nova realidade na Escola Secundária da Ribeira Grande, em conversa com o Presidente do Conselho Executivo, Professor Ricardo Gonçalves.

“Nunca um panorama como o atual nos exigiu tanto investimento pessoal e profissional na resolução de problemas que, até agora, pareciam narrativa de livros e filmes de ficção. “

Enquanto membros do conselho executivo, é notório que temos de enfrentar, diariamente, uma série de desafios e contratempos que é necessário gerir com diplomacia, serenidade e perspicácia. Todavia, nunca um panorama como o atual nos exigiu tanto investimento pessoal e profissional na resolução de problemas que, até agora, pareciam narrativa de livros e filmes de ficção.

As maiores dificuldades com que me deparei, enquanto Presidente do Conselho Executivo, foram o gerir a ansiedade, as inúmeras dúvidas de professores, alunos e encarregados de educação, bem como a necessidade de acautelar os meios informáticos necessários e fulcrais para a implementação de um ensino à distância em tempo record. Ora, esta última parte exigiu muitas horas de trabalho não só por parte do Conselho Executivo, mas também dos assistentes técnicos e operacionais que prepararam o material, supervisionaram a entrega dos meios informáticos e mantiveram, durante todo o período de confinamento, o apoio técnico a alunos e docentes.

O regresso às aulas, em maio, pelos alunos dos 11º e 12º anos propostos a Exame, já se afigurou como um desafio para este órgão de gestão, tendo em conta o equilíbrio entre o sistema presencial e à distância, não só dos anos referenciados como os demais anos. Desde a necessidade de reformular o Plano de Contingência da escola, tendo por base os documentos orientadores das Direções Regionais da Educação e Saúde, gerir a falta de assistentes operacionais que continuaram em casa por fazerem parte do grupo de risco, fomos paulatinamente adaptando a nossa escola a esta nova realidade. O regresso em setembro começou a ser preparado durante os meses de julho e agosto, tendo nos deparado com os constrangimentos acima mencionados. Continua a ser difícil gerir a ansiedade dos encarregados de educação, alunos e pessoal docente e não docente da escola. A necessidade de alterar os horários foi uma decisão difícil e nem sempre teve boa aceitação por parte de alunos e encarregados de educação, todavia tivemos de ter em conta a saúde e a segurança de todos os que, diariamente, circulam na escola.

Em todo este processo, foi imprescindível o apoio de entidades externas, não só da Direção Regional da Educação, bem como a Câmara Municipal da Ribeira Grande e Juntas de Freguesia do Concelho, entre outros. O reforço de pessoal não docente, através de programas de emprego, foi fulcral para encetar todas as medidas preventivas de higienização de espaços e controlo da circulação e utilização pelos alunos dos vários espaços.

Não obstante o apoio logístico e legal por parte da tutela, ainda são muitas as dúvidas que, no dia-a-dia, vão surgindo e às quais tentamos dar resposta. Parece-nos, no entanto, que o regresso às aulas foi, na generalidade, bastante positivo. Os alunos têm cumprido com as indicações constantes no mais recente Plano de Contingência e, apesar das inúmeras queixas relativas ao uso da máscara, percebem que a mesma é essencial à sua saúde e segurança.

Por fim, e como Presidente do Conselho Executivo da ESRG, gostaria de agradecer a toda a comunidade o cumprimento das orientações, nomeadamente na prevenção da disseminação do vírus COVID-19 e deixar uma mensagem de esperança e alento a toda a nossa comunidade educativa. Se todos cumprirmos com o que nos cabe na luta contra esta pandemia, estamos certos de que o ano letivo decorrerá dentro da normalidade possível. Deixo também uma palavra de apreço a todos o nosso pessoal docente e não docente pelo seu trabalho e espírito de sacrifício, na certeza, todavia, que nada supera o ensino presencial.

[Entrevista realizada em outubro de 2020]

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