Este é o terceiro texto sobre a entrada da Lufthansa no capital da TAP.
No primeiro procurei explicar por que razão a escolha do comprador não encerra o processo. No segundo, tentei perceber onde reside o verdadeiro valor estratégico da TAP para a Lufthansa. Falta agora a pergunta que, provavelmente, determinará todas as outras: que negócio irá Bruxelas autorizar?
A Comissão Europeia não terá...
Que negócio irá Bruxelas autorizar?
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