Encontrámo-nos num daqueles jantares de amigos em que ninguém marca “reunião”, mas toda a gente vai à procura de abrigo. Amena cavaqueira, copos a meio, a vida a fazer ruído baixinho. Eu — psiquiatra; hoje basta a forma como escuto para me denunciar — estava a tentar não falar de trabalho. O Diogo chegou mais tarde, com uma atitude leve e resolvida que já não o via usar há uma série de anos.
Alguém...
“Porque deixaste o SNS?”
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