A largada
das 40 embarcações para a primeira perna da prova contou com a presença
de Luís Garcia, presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma
dos Açores (ALRAA). Na ocasião, Luís Garcia referiu, citado em nota de
imprensa da ALRAA, que apesar das condições meteorológicas adversas
desta manhã, marcadas pela chuva e vento, "as embarcações cumpriram a
largada da Atlantis Cup, evidenciando o espírito de superação, a
resiliência e a determinação que bem nos caracterizam enquanto povo”,
desejando a todos os velejadores “uma excelente regata, com segurança,
bons ventos e uma experiência inesquecível nos Açores”.
Para o
presidente da ALRAA, a Atlantis Cup "continua a traduzir alguns dos
valores mais marcantes do percurso autonómico açoriano", enaltecendo a
"cooperação entre as ilhas, a capacidade de unir esforços em torno de
objetivos comuns e a forte ligação dos açorianos ao mar".
Luís
Garcia destacou também o trabalho desenvolvido por todas as entidades na
organização da Atlantis Cup, bem como pelos clubes, equipas,
voluntários e patrocinadores que, ao longo de quase quatro décadas, têm
contribuído para afirmar esta iniciativa como “uma referência do
calendário desportivo e náutico regional e nacional”.
A edição
de 2026 da Atlantis Cup associa-se às comemorações dos 50 anos da
Autonomia, "celebrando, através do desporto, valores que continuam a
marcar o desenvolvimento da Região", finaliza a nota de imprensa.
Primeira regata costeira
Entretanto, na terça-feira, teve lugar a primeira regata costeira ao largo de Ponta Delgada.
O veleiro Aphrodite, de Rui Mendonça, foi o vencedor na classe NHC, enquanto que na classe ORC, o vencedor foi o Boreas, do timoneiro Luís Morais.
Para Carlos Carreiro, presidente do Clube Naval de Ponta Delgada, a Regata da Autonomia começar em São Miguel "é uma alegria muito grande. Este clube naval gosta de estar envolvido na história da vela dos Açores e nada como ser parceiro nesta que é a maior regata que se realiza nos Açores”, disse citado em nota de imprensa.
