O Grupo Finançor anunciou os três bolseiros vencedores da Bolsa de Mérito Mérito Dionísio Raposo Leite para a edição 2026/2027. Segundo a nota de imprensa do grupo económico enviada à redação, este ano, excecionalmente, foi atribuída uma bolsa adicional às duas habituais.
A entidade selecionou os estudantes Catarina Costa, residente da ilha Terceira, estudante da licenciatura em Línguas Modernas, na Universidade de Coimbra; Elvira Sousa, residente da ilha de Santa Maria, estudante da licenciatura em Ciências Biomédicas Laboratoriais, na Escola Superior de Saúde de Lisboa; e Francisco Botelho, residente da ilha de São Miguel, estudante da licenciatura em Engenharia Informática e Computação, na Universidade do Porto.
“A seleção teve em consideração o mérito académico e curricular dos 59 candidatos, o seu envolvimento em atividades extracurriculares e na comunidade, bem como a situação socioeconómica do agregado familiar. Face à qualidade das candidaturas recebidas, o Grupo Finançor decidiu, excecionalmente, atribuir uma terceira bolsa, permitindo reconhecer mais um percurso académico de mérito”, explica o Grupo Finançor.
A empresa refere que a frequência do ensino superior fora da ilha implica, para muitos dos estudantes açorianos, custos adicionais com alojamento, alimentação, transportes e materiais de estudos, especialmente nas cidades com maior concentração de instituições de ensino superior no país.
“Neste contexto, a Bolsa de Mérito Dionísio Raposo Leite procura contribuir para o acesso e a continuidade dos percursos académicos, reconhecendo o mérito dos estudantes e apoiando as suas famílias nesta etapa através de uma prestação mensal de 500€. O apoio poderá prolongar-se ao longo do percurso académico, mediante o cumprimento dos requisitos previstos no regulamento”, afirma a empresa.
Para o presidente executivo do Grupo Finançor, Romão Braz, “a atribuição da Bolsa de Mérito Dionísio Raposo Leite é uma forma de dar continuidade a um legado do meu avô que valorizava o trabalho, o conhecimento e a capacidade de construir o futuro”.
Catarina Costa considera que esta bolsa “é um orgulho” tanto para si como para quem acompanhou o seu percurso, mas principalmente para a área das Humanidades. “Esta é mais uma prova de que as Letras também contam”, salienta.
Por sua vez, Elvira Sousa entende que esta apoio representa “um apoio muito importante” nesta nova etapa e para “encarar o futuro com mais confiança”.
Já Francisco Botelho realça que esta distinção é “um passo importante” para ser engenheiro informático e “um alívio” para a família, que “sempre fez tantos sacrifícios”.
Até ao momento, já foram registados sete bolseiros desde 2024/25.
