Transportes e Obras Públicas com investimento de cerca de 150 milhões de euros, salienta Ana Cunha

Transportes e Obras Públicas com investimento de cerca de 150 milhões de euros, salienta Ana Cunha

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   8 de Nov de 2018, 12:18

A proposta de Plano para 2019 contempla cerca de 150 milhões de euros para investimento nas áreas tuteladas pela Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas.

A secretária regional, que falava na Assembleia Legislativa, na Horta, no âmbito das audições sobre as propostas de Plano e Orçamento para 2019, adiantou que este valor está repartido “essencialmente entre os Transportes, com cerca de 88 milhões de euros, as Obras Públicas, com cerca de 50 milhões, as Tecnologias de Informação, com cerca de sete milhões, e o Fundo Regional de Coesão, com 3,7 milhões”, disse citada em nota do executivo.

 

Ana Cunha, frisou que, “além da habitual manutenção das prestações de serviço público de transporte aéreo de passageiros, marítimo de passageiros e viaturas, e das obrigações de serviço público, que são asseguradas pela Região através do Plano, há a salientar alguns investimentos estruturantes e importantes a realizar através da Portos dos Açores”, como, por exemplo, “ao nível das infraestruturas portuárias, no sentido de reforçar a sua segurança e operacionalidade, e a requalificação do Porto Comercial da Horta”.

 

A secretária regional salientou ainda outros investimentos, a realizar com a SATA Gestão de Aeródromos, “ao nível das infraestruturas aeroportuárias, dos aeródromos regionais, como é o exemplo da ampliação da aerogare da Graciosa”.

 

Questionada sobre os valores a pagar à SATA, referiu que “a dívida tem vindo a ser recuperada anualmente de forma significativa”, sendo que as verbas inscritas no Plano são as que resultam do contrato de Obrigações de Serviço Público, existindo ainda uma verba adstrita ao aumento de capital da SATA Air Açores, deliberado por resolução do Conselho de Governo.

 

Adianta a nota do governo que secretária referiu ainda que, nos encargos com as SCUT, “o valor aumenta ligeiramente, em resultado da atualização forçada pelo tráfego”, mas acrescentou que, “em relação àquilo que eram as projeções iniciais, continuamos bastante abaixo dos valores que era suposto estar a pagar”.




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