Serviço de Endocrinologia e Nutrição com “equipa robusta”

O Serviço de Endocrinologia e Nutrição do HDES conta, atualmente, com uma equipa de 10 médicos, 12 nutricionistas e quatro enfermeiros



O Serviço de Endocrinologia e Nutrição do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) apresenta, neste momento, uma das “equipas mais robustas”, comparativamente com os restantes hospitais do país.

As declarações são de Isabel Sousa, que durante a sessão de abertura do XIX Congresso de Endocrinologia e Nutrição dos Açores, revelou alguns dados relativamente ao número de profissionais disponíveis.

“O serviço integra, atualmente, dez médicos, dos quais oito  especialistas em endocrinologia e nutrição e dois médicos internos em formação, sendo que, recente, recebemos mais um interno para formação específica”, destacou.

“Contámos também com doze nutricionistas, dos quais cinco especialistas em nutrição clínica e quatro enfermeiros, existindo ainda a colaboração de outros profissionais de outras áreas”, complementou.

Segundo Isabel Sousa, a equipa é “multidisciplinar”, assegurando uma “atividade assistencial diversificada” tanto no HDES como também nas restantes ilhas do arquipélago.
Através da “deslocação regular de especialistas”, pretende-se “aproximar os cuidados diferenciados das populações”, reduzindo assim as “dificuldades de acesso decorrentes da realidade geográfica” dos Açores.

“Apesar das circunstâncias particularmente exigentes que o nosso hospital atravessou nos últimos anos e das limitações de instalações com as quais continuamos a trabalhar, conseguimos aumentar em 30% o número de primeiras consultas e reduzir em 36% a lista de espera”, revelou Isabel Sousa.

A mesma destaca ainda que os resultados apresentados “traduzem o esforço coletivo de uma equipa empenhada em melhorar a acessibilidade, a capacidade de resposta e a qualidade dos cuidados prestados”.

Uma vez que o serviço assegura igualmente a liderança da comissão de nutrição do HDES, oferecendo “uma abordagem multidisciplinar e integrada nos cuidados nutricionais”, a dirigente salientou o “trabalho transversal” desenvolvido pela unidade de nutrição, particularmente “na área da nutrição clínica, incluindo a continuidade dos cuidados ambulatórios”.

“A nossa atividade não se esgota na assistência clínica. Temos procurado contribuir também para a prevenção da doença, para a investigação científica e para a formação dos profissionais”, deixou claro.

Apesar da equipa de recursos humanos ser “robusta”, Isabel Sousa destacou que a “prevalência de patologias” nos Açores obriga a que se criem novas instalações, nomeadamente “gabinetes de consulta”.  

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