Economia

Se Portugal cumprir integralmente com 'troika' não necessitará de novo "acordo de austeridade"

Se Portugal cumprir integralmente com 'troika' não necessitará de novo "acordo de austeridade"

 

Lusa/AO online   Nacional   21 de Set de 2011, 16:49

O Presidente da República considerou que se Portugal cumprir integralmente o programa de assistência financeira não necessitará de um novo “acordo de austeridade”, mesmo que tenha dificuldades de acesso aos mercados financeiros em 2013.
Questionado sobre a possibilidade de Portugal ter de renegociar o programa de ajuda financeira caso a Grécia entre em colapso, o chefe de Estado recordou as decisões tomadas no Conselho Europeu de 21 Julho, que “infelizmente ainda não passaram à prática”.

“Nesse acordo diz-se que um país que cumpra integralmente o acordo de assistência financeira, como é aquilo que eu espero que aconteça com Portugal, continuará a beneficiar do apoio das instituições internacionais mesmo que, no final do acordo, tenha dificuldades de acesso aos mercados financeiros internacionais”, sublinhou o Presidente da República, que falava aos jornalistas no final de um almoço na ilha Graciosa.

Isto é, explicitou Cavaco Silva, se as decisões tomadas no dia 21 de Junho forem cumpridas Portugal não necessitará “de novo acordo formal, aquilo que se chama, por vezes, um acordo de austeridade como aquele que foi negociado no mês de Maio passado”.

“Por isso, tenho grandes expectativas quanto aquilo que o novo conselho europeu que se vai reunir no mês de Outubro possa avançar finalmente”, acrescentou.

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