Autor: Lusa / AO online
Dos 20 títulos que integram o principal índice da bolsa portuguesa, 12 subiram, dois ficaram inalterados e seis desceram, numa sessão com elevada liquidez, que ultrapassou os 474 milhões de euros.
O BPI e o BCP foram os dois títulos que mais desvalorizaram nesta sessão, reflectindo a incerteza do mercado face ao desfecho das negociações entre os dois bancos para uma eventual operação de fusão.
Na Europa os mercados encerraram em alta, com a farmacêutica Sanofi-Aventis, a fabricante de camiões MAN e os bancos Deutsche Bank e Societé Générale a pontuarem entre as maiores subidas.
Do lado das quedas, destaque para a gigante da biotecnologia Biotech e a petrolífera Petroplus.
O índice de referência DJ Stoxx 50 subiu 0,64 por cento, para 3.877,14 pontos, enquanto o Euronext 100 valorizou 0,62 por cento, para 1.044,67 pontos.
As valorizações nas congéneres da bolsa portuguesa oscilaram entre os 0,44 por cento de Frankfurt e os 0,76 por cento de Paris.
Na Euronext Lisboa a maioria dos títulos terminou a subir, com a Impresa e a PT Multimédia a liderarem as valorizações.
A dona da SIC ganhou 2,8 por cento, a recuperar da queda da sessão anterior, e fechou nos 2,57 euros, enquanto a dona da TV Cabo subiu 1,62 por cento, para 9,39 euros, também a corrigir do "trambolhão" de segunda-feira.
A Brisa ganhou 1,55 por cento, para 9,80 euros, a reagir positivamente aos resultados trimestrais divulgados segunda-feira, que cresceram 5,4 por cento, para 142,5 milhões de euros.
Destaque ainda para a EDP, que hoje atingiu um máximo de mais de sete anos, ao tocar nos 4,48 euros, o valor mais alto desde Junho de 1998.
Os títulos da eléctrica fecharam a subir 1,14 por cento, para 4,44 euros, compensando, juntamente com a PT, as descidas do BCP e BPI.
A PT voltou a registar ganhos acentuados, terminando o dia a valer 9,25 euros, em alta de 1,09 por cento.
O BPI liderou o ranking das quedas, com uma desvalorização de 3,36 por cento, para 6,04 euros, logo seguido pelo BCP, que caiu 2,62 por cento, para 3,34 euros.
A Semapa completou o trio das maiores descidas, desvalorizando 0,80 por cento, para 11,20 euros.
Durante a sessão foram transaccionados quase 106 milhões de acções no principal índice da bolsa portuguesa, correspondentes a um volume de negócios de 474,4 milhões de euros.
O BPI e o BCP foram os dois títulos que mais desvalorizaram nesta sessão, reflectindo a incerteza do mercado face ao desfecho das negociações entre os dois bancos para uma eventual operação de fusão.
Na Europa os mercados encerraram em alta, com a farmacêutica Sanofi-Aventis, a fabricante de camiões MAN e os bancos Deutsche Bank e Societé Générale a pontuarem entre as maiores subidas.
Do lado das quedas, destaque para a gigante da biotecnologia Biotech e a petrolífera Petroplus.
O índice de referência DJ Stoxx 50 subiu 0,64 por cento, para 3.877,14 pontos, enquanto o Euronext 100 valorizou 0,62 por cento, para 1.044,67 pontos.
As valorizações nas congéneres da bolsa portuguesa oscilaram entre os 0,44 por cento de Frankfurt e os 0,76 por cento de Paris.
Na Euronext Lisboa a maioria dos títulos terminou a subir, com a Impresa e a PT Multimédia a liderarem as valorizações.
A dona da SIC ganhou 2,8 por cento, a recuperar da queda da sessão anterior, e fechou nos 2,57 euros, enquanto a dona da TV Cabo subiu 1,62 por cento, para 9,39 euros, também a corrigir do "trambolhão" de segunda-feira.
A Brisa ganhou 1,55 por cento, para 9,80 euros, a reagir positivamente aos resultados trimestrais divulgados segunda-feira, que cresceram 5,4 por cento, para 142,5 milhões de euros.
Destaque ainda para a EDP, que hoje atingiu um máximo de mais de sete anos, ao tocar nos 4,48 euros, o valor mais alto desde Junho de 1998.
Os títulos da eléctrica fecharam a subir 1,14 por cento, para 4,44 euros, compensando, juntamente com a PT, as descidas do BCP e BPI.
A PT voltou a registar ganhos acentuados, terminando o dia a valer 9,25 euros, em alta de 1,09 por cento.
O BPI liderou o ranking das quedas, com uma desvalorização de 3,36 por cento, para 6,04 euros, logo seguido pelo BCP, que caiu 2,62 por cento, para 3,34 euros.
A Semapa completou o trio das maiores descidas, desvalorizando 0,80 por cento, para 11,20 euros.
Durante a sessão foram transaccionados quase 106 milhões de acções no principal índice da bolsa portuguesa, correspondentes a um volume de negócios de 474,4 milhões de euros.