Eleições Legislativas 2019

PS atento às necessidades dos ex-combatentes nos Açores

PS atento às necessidades dos ex-combatentes nos Açores

 

Rui Jorge Cabral   Regional   24 de Set de 2019, 12:06

A cabeça-de-lista do PS/Açores comprometeu-se a defender as especificidades dos ex-combatentes a residir nas nove ilhas

O PS vai continuar a defender a dignidade e as necessidades dos ex-combatentes que vivem nos Açores. A garantia foi deixada pela cabeça-de-lista do PS/Açores às eleições legislativas nacionais do próximo dia 6 de outubro, Isabel Almeida Rodrigues, após uma reunião com a Associação de Deficientes das Forças Armadas.


Citada em nota de imprensa, Isabel Almeida Rodrigues assegurou o compromisso de na Assembleia da República “defender a especificidade regional de se ter ex-combatentes e deficientes nas nove ilhas com as implicações e constrangimentos que advêm da nossa natureza arquipelágica”.


A cabeça de lista do PS/Açores à Assembleia da República afirmou também que no caso dos Açores “a dispersão geográfica é sempre uma condicionante que acresce a qualquer atividade de apoio e de acompanhamento que se queira fazer” e, por isso, a Associação de Deficientes das Forças Armadas assume um papel indispensável na Região, onde presta apoio e acompanhamento a 178 associados nas nove ilhas.


Conforme referiu Isabel Almeida Rodrigues, “estamos a falar de pessoas que viveram em teatro de guerra e que ainda hoje vivem com as sequelas das situações em que ficaram feridos e muitos com deficiências que os condicionaram para toda a vida”.


A candidata do PS/Açores salientou também a relação de proximidade e colaboração do Governo Regional com esta associação, dando como exemplo a criação de apartamentos que prestam apoio à deslocação de associados de outras ilhas.


Isabel Almeida Rodrigues transmitiu ainda à direção da associação a informação de que foi incluída uma medida no programa nacional do Partido Socialista, “que visa a dignificação e o apoio aos ex-combatentes e aos deficientes das Forças Armadas, pensada também para os militares que hoje estão em forças nacionais deslocalizadas no estrangeiro e que também enfrentam, à semelhança dos ex-combatentes, situações que carecem de um apoio e de um acompanhamento particular”.


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