A RTP avançou às 19h00 (menos uma nos Açores) uma previsão de abstenção entre 37% e 43% e a SIC/TVI uma previsão entre 35,6% e 40,6%.
A sondagem da RTP foi feita pela Universidade Católica e a DA SIC/TVI pela ICS/ISCTE/GFK/Pitagórica.
A taxa de abstenção nas eleições presidenciais de 2021 situou-se nos 60,76%, a maior de sempre, tendo contribuído para este aumento a covid-19 e o recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro.
Em 2016, na primeira eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, a taxa de abstenção foi de 51,34%.
Dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna divulgados às 16h00 davam conta que a afluência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, nos 45,51%, acima do que se registou nas últimas eleições.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021 em pandemia, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 35,44%, o que se traduz numa subida de 10,07 pontos percentuais.
Já nas eleições presidenciais de 2016, a afluência às urnas às 16:00 situou-se nos 37,69%.
Mais de 11 milhões de eleitores foram hoje chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.
Presidenciais
Projeções das televisões apontam para abstenção entre 35,6% e os 43%
As projeções das televisões para a abstenção nas eleições presidenciais
de hoje indicam que deverá situar-se entre os 35,6% e os 43%
Autor: Lusa/AO Online
