Política

Políticos devem apoiar os mais desfavorecidos

Políticos devem apoiar os mais desfavorecidos

 

Lusa/AO online   Regional   20 de Dez de 2011, 18:02

O presidente do Governo Regional dos Açores considera importante que em época de crise os políticos auxiliem “os mais frágeis, famílias, ajudar a manter empregos e segurar empresas”, alegando que a retoma vai obrigar ainda a sacrifícios.
“Todos sabemos que estamos muito dependentes da recuperação europeia e portuguesa – para já não falar de outros lugares, como nos Estados Unidos, onde temos tantos açorianos – e todos sabemos igualmente que a retoma, nos Açores, do caminho de progresso que estávamos a trilhar, vai obrigar-nos ainda a sacrifícios e a mais aborrecimentos”, afirma Carlos César, na mensagem de Natal.

O chefe do Executivo açoriano reafirma que os Açores “vão continuar a conseguir que a crise seja menos penosa”, comparando com o Continente e a Madeira.

“Mesmo a situação financeira da Região, que uns gostam tanto de desmerecer, tomara que o País e muitos outros tivessem uma situação igual ou parecida. Estariam, todos, certamente, bem mais aliviados”, comentou.

Contudo, refere “todos os dias chegam-nos medidas de fora, sejam em impostos sejam em mais custos na saúde, que exigem uma enorme ponderação na sua aplicação, às vezes obrigatória, e um enorme esforço por parte do Governo Regional para proteger a Região e não prejudicar mais as pessoas”.

No texto da mensagem de Natal, enviado para as redacções, Carlos César afirma: “Não devemos nem temos que fazer sempre o que os outros fazem lá fora – para isso é que serve a nossa Autonomia –, mas são decisões e tarefas muito difíceis que temos de empreender diariamente, com responsabilidade face ao futuro e da melhor forma no presente.

Para Carlos César, os políticos, pela sua ação no governo, parlamento, câmaras municipais e junto dos cidadãos, devem ser capazes de auxiliar os mais frágeis com os apoios possíveis, segurar as empresas viáveis que estão em dificuldade, proteger melhor os jovens casais, ajudar a manter empregos, dar alternativas aos que ficaram sem modo de vida útil, e apoiar as famílias nos tratamentos contra a doença, na educação e alimentação.

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