Personalidades e instituições distinguidas com as insígnias honoríficas açorianas

Vinte e cinto personalidades e instituições foram distinguidas com as insígnias honoríficas açorianas no Dia dos Açores (Veja a galeria de fotos)





Receberam a Insígnia Autonómica de Reconhecimento: Daniel da Ponte (ex-senador do estado de Rhode Island, Estados Unidos da América), Emanuel Jorge Botelho (escritor), Jorge Eduardo de Abreu Pamplona Forjaz (genealogista), Luís Manuel Arruda (professor), Paulo Henrique Campos Matos (presidente da Casa dos Açores do Maranhão) e Ronald Dan Kouchi (senador do estado do Hawaii, Estados Unidos da América).

Com a Insígnia Autonómica de Mérito Profissional, os distinguidos foram Duarte Manuel Ávila Severino Soares (médico) e Maria Teresa Silveira Dias Flor-de-Lima (médica).

Por sua vez, a Insígnia Autonómica de Mérito Industrial, Comercial e Agrícola foi atribuída a três personalidades: Jorge Alberto Serpa da Costa Rita (presidente da Associação Agrícola de São Miguel e da Federação Agrícola dos Açores), José Guilherme Jorge da Costa (empresário, fundador da Tecnovia) e Primitivo Marques (engenheiro e empresário, fundador do Grupo Marques).

A Insígnia Autonómica de Mérito Cívico foi atribuída a 10 entidades, de vários quadrantes: a Associação de Pais e Amigos de Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores, Associação dos Emigrantes Açorianos, Associação dos Imigrantes dos PALOPs nos Açores, Clube Naval de Ponta Delgada, Cresaçor - Cooperativa de Economia Solidária, CRL, Lar das Criancinhas da Horta, Sociedade União Urzelinense, Teatro Micaelense - Centro Cultural e de Congressos SA, UMAR Açores - Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres e Vitória Futebol Clube.

Foram ainda agraciados com a mesma distinção quatro personalidades: João Manuel Aranda e Silva (jornalista), Maria Amélia da Costa (freira), Régis Albino Marques Gomes (presidente da Casa dos Açores do Rio Grande do Sul, Brasil), e, a título póstumo, Edmundo Manuel Pacheco (pároco).

As Insígnias Honoríficas Açorianas foram criadas em 2002 e visam distinguir, em vida ou a título póstumo, os cidadãos e as pessoas coletivas que se notabilizaram por méritos pessoais ou institucionais, atos, feitos cívicos ou por serviços prestados à Região, lê-se no número 1 do artigo 2 do Decreto Legislativo Regional que instituiu estas homenagens no arquipélago.

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