Covid-19

Pequim condena imposição de testes para viajantes da China

O Governo chinês condenou a imposição de testes à covid-19 por uma dúzia de países às pessoas que chegam da China e alertou que o país pode tomar medidas em retaliação.



"Alguns países estabeleceram restrições de entrada que visam apenas viajantes chineses. Isso não tem base científica e algumas práticas são inaceitáveis", disse a porta-voz do Ministério das dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning, acrescentando que a China pode tomar "medidas recíprocas".

A China mantém as suas fronteiras encerradas para estrangeiros desde 2020. O país não emite vistos para turistas há quase três anos e impõe quarentena obrigatória à chegada no seu território.

Estas medidas de isolamento serão levantadas a 08 de janeiro, mas continuará a ser necessário um teste de rastreio de menos de 48 horas antes da chegada ao território chinês.

A medida coincide com a esperada e gradual retoma das viagens ao estrangeiro pelos chineses após três anos em que estavam interditadas.

Como precaução, uma dúzia de países, como Itália e Estados Unidos, decidiu impor testes PCR a viajantes provenientes da China, que está a ser atingida por uma onda de casos da covid-19.

Marrocos, por exemplo, proibiu pura e simplesmente a entrada no seu território a todos os viajantes provenientes da China, "independentemente da sua nacionalidade".


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Greve geral

O Governo Regional dos Açores esclareceu que “não fixou quaisquer serviços mínimos” no dia da greve geral, ao contrário do que foi referido pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS)