Paulo Mamede preocupado com dívidas do Lusitânia

O presidente da Liga de Clubes de Basquetebol (LCB), Paulo Mamede, está "preocupado" com a situação de incumprimento salarial do Lusitânia a antigos jogadores, mas espera que tudo se resolva na próxima Assembleia Geral do clube açoriano.


"Claro que estou preocupado, mas mantenho a esperança que tudo fique resolvido com a próxima Assembleia Geral do clube", disse à Agência Lusa Paulo Mamede, em referência à reunião magna agendada para 14 de Novembro.

Paulo Mamede acredita que "grande parte dos problemas que ainda persistem sejam resolvidos a partir dessa data".

"As questões formais relacionadas com a situação dos jogadores que reclamam dívidas do Lusitânia estão a ser resolvidas nos termos regulamentares", assegurou Paulo Mamede à Lusa.

Em declarações ao diário desportivo Record, Jaime Silva, que representou a época passada o emblema açoriano, denuncia que não recebeu um cêntimo do Lusitânia desde o passado mês de Maio e que notificou, por carta, clube e LCB em meados de Setembro.

O actual jogador dos espanhóis do Vigo considera, neste sentido, que o campeonato profissional, a caminho da quarta jornada da atribulada época 2007/2008, "é ilegal", já que, segundo os regulamentos, a LCB não pode aceitar a inscrição de clubes com salários em atraso.

"Quero deixar bem claro que nós (jogadores) não somos os maus da fita, trabalhamos para ganhar o nosso dinheiro e simplesmente têm de pagar o que nos devem. E até agora nada pagaram", garantiu Jaime Silva ao Record.

No que respeita ao jogador do Vigo, o Lusitânia, que na época passada conquistou, de forma inesperada, a Taça da Liga, estará em falta com um mês de salário mais prémios de jogo.

Com as saídas para a Proliga (prova organizada pela Federação) de Benfica, em litígio com os dirigentes da LCB, e Queluz, por dificuldades financeiras, o campeonato profissional ficou reduzido a sete clubes e só foi viabilizado com a inscrição do Vagos, que permitiu reunir o mínimo legal de oito representantes.
PUB

Informação transmitida pela GNR impede tripulação de veleiros de desembarcar no porto das Lajes das Flores, mesmo sendo proveniente do espaço Schengen. Economia local pode sofrer impacto, visto que anualmente chegam, em média, cerca de 300 veleiros à ilha. Tema já foi levantado pela Iniciativa Liberal/Açores, que pediu esclarecimentos ao Governo Regional