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Neurodivergentes com acesso dificultado ao Ensino Superior devido a exames padronizados

Dois investigadores açorianos participaram no estudo que analisou uma década de exames nacionais do 12.º ano e revelou que estudantes neurodivergentes, com Perturbação de Aprendizagem Específica ou PHDA, partem em desvantagem, por não serem permitidas as adaptações que existem na avaliação interna. Recomendações ao Júri Nacional de Exames vão no sentido de dar mais equidade ao processo e aproximar a avaliação externa do que é feita nos exames ao longo do ano.



“Alexandre”, um jovem de 17 anos  com disortografia, prepara-se para os exames nacionais do 12.º ano, com o sonho de seguir um curso universitário. Só que quando o enunciado chega, ele encontra uma barreira: por não ser permitido as adaptações a que estava habituado na avaliação interna,  Alexandre sente dificuldade em compreender o enunciado.

Esta é uma situação hipotética e “Alexandre”...

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