Miguel Relvas e presidentes das televisões debatem serviço público

Miguel Relvas e presidentes das televisões debatem serviço público

 

Lusa/AO Online   Nacional   20 de Dez de 2011, 06:13

O debate sobre o futuro do serviço público de comunicação social reúne hoje na Assembleia da República os presidentes da RTP, SIC e TVI, o ministro da pasta, Miguel Relvas, para além de várias personalidades do setor.

O evento - que foi organizado pela Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação - será dividido em quatro painéis, em que serão abordadas as relações entre o serviço público de comunicação social e a democracia, o serviço público de rádio e televisão numa visão internacional e de difusão da língua e da cultura portuguesa, os agentes de serviço público do Estado e setor privado e a perspetiva dos grupos parlamentares e do Governo sobre o tema.

Em declarações à Lusa durante a preparação do evento, Mendes Bota, presidente da comissão parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, adiantou que “a conferência é um pontapé de saída” no debate sobre o serviço público de comunicação social, e sublinhou que a discussão se prolongará “num conjunto alargado de audições” no Parlamento.

Em cima da mesa ao longo do debate, estará o relatório do grupo de trabalho, criado em agosto pelo Governo e liderado pelo economista João Duque, para a definição do serviço público de comunicação social, que recomenda o fim da RTP Informação, Memória e a fusão da RTP África e Internacional, bem como a extinção da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

Vão marcar presença na conferência elementos que fizeram parte desse grupo de trabalho, designadamente, a professora universitária Felisbela Lopes, e o jornalista Francisco Sarsfield Cabral, que se demitiram antes da conclusão dos trabalhos. O nome de João Duque não consta entre o elenco de participantes anunciado.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.