“O que pedimos agora é que o Governo faça aquilo que a Assembleia da República mandou fazer: regular de forma rápida a mobilidade, reduzir a burocracia e permitir também que os CTT possam voltar a prestar este serviço em paralelo com a plataforma”, afirmou o dirigente socialista, citado em comunicado de imprensa.
Para o líder regional do PS, que também é deputado à Assembleia da República, a eliminação do teto máximo de 600 euros no custo elegível das passagens entre os Açores e o continente é “uma vitória importante para os açorianos e para o princípio da continuidade territorial”.
Francisco César defendeu que esta alteração representa “um alívio importante para muitas famílias açorianas”, sobretudo numa altura em que o aumento do custo de vida e o preço elevado das viagens continuam a penalizar quem vive na região.
O dirigente socialista salientou ainda que a iniciativa permitiu eliminar “as burocracias que este Governo tinha implementado”, devolvendo simplicidade no acesso ao apoio à mobilidade.
Francisco César considerou que a aprovação e promulgação desta proposta demonstram que “quando há vontade política é possível defender os interesses dos açorianos”, reforçando um instrumento essencial para assegurar igualdade de oportunidades e mobilidade entre a região e o restante território nacional.
