Jardim diz que vai resistir e voltar a derrotar esquerda nas eleições de outubro

Jardim diz que vai resistir e voltar a derrotar esquerda nas eleições de outubro

 

Lusa/AO Online   Nacional   29 de Ago de 2011, 08:37

O presidente do Governo Regional da Madeira afirmou hoje que vai “resistir” nas eleições regionais de outubro e “derrotar mais uma vez a esquerda”, que acusou de contribuir para que a região aumentasse a sua divida publica.

Alberto João Jardim falava aos jornalistas no Porto Santo, onde goza as férias, reagindo às afirmações do secretário-geral do PS, António José Seguro, na festa anual dos socialistas madeirenses no Montado do Pereiro, no concelho de Santa Cruz.

Seguro disse que a Madeira tem uma “dívida pública colossal” de oito mil milhões de euros e desafiou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a esclarecer quem vai pagar a "irresponsabilidade" do governo regional madeirense na gestão dos dinheiros públicos, quando a Madeira está na bancarrota.

“Eu limito-me a dizer que a esquerda em Portugal não tem vergonha na cara. Toda a gente sabe que foi a esquerda, o PS e PCP e os comunistas do BE que puseram Portugal na situação em que está”, reagiu Jardim quando confrontado com as declarações do dirigente socialista.

Acrescentou que “se a Madeira tem hoje dívida e assume que a tem e teve que a ter para poder resistir, nomeadamente, aos roubos que o PS fez à população da Madeira”.

“Quero dizer que a luta continua e que se a Madeira tem hoje a dívida pública como tem foi para resistir à esquerda e derrotar sempre a esquerda”, sustentou Jardim.

“Eu estou preparado para a esquerda deste país e os seus colaboracionistas me atacarem de alto a baixo durante o mês que falta para as eleições”, garantiu.

A concluir, o líder regional afirmou: “O povo madeirense e os portossantenses vão resistir e mais uma vez vou derrotar a esquerda”.

No seu discurso em Santa Cruz, o secretário-geral do PS disse que exige saber, antes da campanha para as eleições regionais de 09 de outubro, o teor de um eventual acordo de assistência financeira entre os governos madeirense e da República.

Para o líder socialista, “os madeirenses têm o direito de saber o que é que lhes vai custar de sacrifício”.


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