Bombeiros de Ponta Delgada gratos por nova ambulância mas dizem ser insuficiente

Bombeiros de Ponta Delgada gratos por nova ambulância mas dizem ser insuficiente

 

Lusa/AO online   Regional   2 de Jan de 2019, 17:17

O presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada diz-se “extremamente grato” pela oferta feita pela autarquia de uma ambulância de transporte de doentes não urgentes, mas diz que os equipamentos são ainda insuficientes.

Alberto Leça disse estar “extremamente grato ao senhor presidente e à Câmara de Ponta Delgada” porque a falta de viaturas de transporte de doentes “era uma das maiores necessidades” da Associação de Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada (AHBVPD), ressalvando que “continua a ser ainda, mas [a oferta] vem amenizar a situação dificílima” da corporação, que serve os concelhos de Ponta Delgada e da Lagoa.

O presidente da AHBVPD falava aos jornalistas durante a cerimónia de entrega da nova ambulância de transporte de doentes não urgentes, uma aquisição de 53 mil euros, que foi totalmente financiada pela Câmara Municipal de Ponta Delgada.

Segundo o dirigente, “são necessários os meios suficientes para poder responder a 2.500 alertas por mês, uma média de 66 mil quilómetros feitos por mês, atender aos dois concelhos, que são 280 quilómetros quadrados, a uma população residente de 83.200 pessoas e à população flutuante” e as ambulâncias de transporte urgente e não urgente de doentes “são manifestamente insuficientes ainda para o grande movimento”.

O presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, salientou que “antes não havia uma carrinha de transporte de doentes não urgentes com esta qualidade e agora há”, acrescentando que “o município de Ponta Delgada continuará na identificação das necessidades da associação” e mantém a intenção de a “continuar a apoiar”.

O autarca sublinhou que o apoio prestado “está além da regular e corrente cooperação financeira que o município tem para com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada” e mostrou-se “satisfeito, porque, na verdade, a associação está a receber para dar: para dar melhor resposta às necessidades do transporte dos doentes não urgentes”.



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