Os quatro astronautas conversaram com a líder do Diretório Científico de Missão da NASA, Kelsey Young, para partilharem memórias do seu tempo em torno da Lua, com o objetivo de ajudar missões futuras a levar humanos à superfície lunar em 2028.
Quatro brilhos de impacto, pelo menos, fenómenos de luz que ocorrem após a colisão de meteoritos com a superfície lunar, pó lunar levantado por forças eletroestáticas, e novas cores foram algumas das descobertas da missão, a primeira tripulada por humanos em órbita da Lua em mais de 50 anos, desde a Apolo 17, em 1972.
Também hoje, os astronautas falaram por rádio com amigos na Estação Especial Internacional, algo que as missões Apolo dos anos 1960 e 1970 não podiam fazer, na última vez que a Humanidade chegou tão longe.
Christina Koch, na Artemis II, e Jessica Meir, na Estação, encontraram-se de novo, a 370 mil quilómetros de distância, após terem feito, em 2019, a primeira ‘caminhada no espaço’ inteiramente realizada por mulheres, então em torno do laboratório de órbita.
Foi estabelecido um recorde de distância para humanos e foram tiradas várias fotografias do lado oculto da Lua, antes do regresso à Terra, com a aterragem planeada para sexta-feira, na costa da Califórnia, tendo saído hoje da influência lunar.
Na segunda-feira, o recorde de 400.171 quilómetros atingido pela Apollo 13, em 1970, foi ultrapassado pelos astronautas norte-americanos Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e o canadiano Jeremy Hansen.
A cápsula Orion, da missão Artemis II, alcançou o recorde às 12:57 do centro da NASA (18:57 em Lisboa).
