Açoriano Oriental
Escola
Escola Básica e Secundária da Povoação

Entrevista ao Professor Tiago Pinto


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Foi a proposta apresentada pelo PCP mas foi chumbada no Parlamento açoriano pela maioria socialista. Trata-se da notícia que saiu no dia 14/02/2020 no Açoriano Oriental.

   Foi um pedido urgente feito pelo partido Comunista, Citando o parecer da Assembleia de Escola da EB 2,3/S Maria Isabel do Carmo Medeiros e as petições da comunidade escolar que denunciam, já desde 2008, um “espaço claustrofóbico” que não permite, por exemplo, a criação de espaços de convívio, salas de estudo, biblioteca devidamente dimensionada.

  Avelino Meneses, afirmou que “o PCP ancora este projeto de resolução nalguma demagogia e inclusivamente nalgumas falsidades”. O governante considerou que “o retrato de uma escola de 1964, com mais de 50 anos, sem qualquer conservação, com telhados de amianto e com falta de espaço não corresponde, de todo à verdade”, indicando que o executivo investiu, nos últimos cinco anos, mais de 350 mil euros na Escola da Povoação e que estão já identificadas várias intervenções futuras.

O Partido Socialista, que chumbou a proposta, frisou que “a escola em causa fica situada no centro da Vila da Povoação, local onde a esmagadora maioria da comunidade a quer manter” e que a construção de um novo edifício implicaria a sua deslocação e, por isso, consideram “óbvio que a solução de intervenção que tem vindo a ser realizada é a que melhor serve”, explicou a parlamentar Maria Eduarda Pimenta.

  1.   Sr. Presidente do Conselho Executivo, na sua opinião, precisamos mesmo de uma escola nova?

Tiago Pinto- Obviamente que sim, os alunos da Povoação não são diferentes dos alunos de Ponta Delgada.

  1. Relativamente à expressão utilizada “espaço claustrofóbico” que não permite, por exemplo, a criação de espaços de convívio, salas de estudo, biblioteca devidamente dimensionada”. Pode afirmar-se que é mesmo assim?

Tiago Pinto- Sim, pois a escola tem claramente falta de espaço, o que não permite que haja uma sala de convívio, e uma biblioteca devidamente dimensionada. Era uma coisa que tínhamos muito gosto em fazer, pois era uma das promessas que fizemos na nossa campanha eleitoral.

  1. Pode afirmar-se que já foi apresentada uma proposta para uma sala de convívio na escola e esta foi recusada?

Tiago Pinto foi- Não foi apresentada nenhuma proposta concreta à Direção Regional, apenas foi apresentada uma proposta à Câmara Municipal, sendo que esta sala se situaria no átrio da escola. Esta não pode ser executada por causa da ventilação das salas ao redor.  

  1. Considera que esta é uma escola segura?

      Tiago Pinto- Claro que sim, a escola está situada debaixo de uma rocha mas garantem-nos que está segura, em termos da escola em si a escola é segura, e se não fosse estaria fechada.

  1. Foi citado que foram investidos mais de 350 mil euros para algumas intervenções na escola, considera que mesmo assim não é o suficiente?

Tiago Pinto- Sim foi gasto esse valor, mas eu considero esse gasto um «penso rápido», pois não chegou para cobrir todas as necessidades da escola. Adianto ainda que neste período escolar vão ser investidos mais 300 mil euros.

  1. Maria Eduarda Pimenta referiu que a escola se localiza no centro da vila e que,  se a escola saísse de cá, o comércio não seria o mesmo, acha que isto de facto é um problema ou o que mais importa na situação da escola é o conforto e a segurança dos alunos?

Tiago Pinto- O conforto e a segurança dos alunos estão sempre em primeiro lugar. Ia tirar um pouco do comércio da Vila da Povoação, embora o comércio da Vila não dependa diretamente da escola pois, caso a escola saísse efetivamente de cá, iria permanecer tudo igual.

  1. Acha que seria importante um debate de professores e de toda a comunidade educativa, onde esteja presente o Presidente do Governo Regional, o Presidente da Câmara Municipal, à semelhança do que foi feito a 25-03-2015 cá na escola?

Tiago Pinto- Sim, pois, para termos uma escola nova, a Câmara Municipal e o Governo Regional  precisariam de entrar em acordo pois teriam que comprar um terreno para a aquisição do terreno e para a sua construção, no limite, seria desejável expandir esta escola mas isso implicaria o mesmo acordo para aquisição de terrenos e, por conseguinte, construção de mais edifícios.

 

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