Em França, Itália, Espanha e Portugal multiplicam-se os protestos. Salários que não chegam, habitação inacessível, serviços públicos que falham. Exigem-se respostas. Mas, enquanto discutimos o que queremos melhorar, quanto tempo dedicamos a discutir o que é necessário mudar para o conseguir?
Enquanto a Europa se debate com as suas crises internas, o mundo não espera. Putin esfrega as mãos perante...
O custo de nos perdermos
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