Durante algumas horas, Portugal acompanhou um ponto no mapa. Movia-se sobre a Europa e sabíamos de onde tinha partido, onde e a que horas ia aterrar. Era um chefe de Estado? Não. Um míssil? Também não. Ajuda humanitária para uma zona de guerra? Ia socorrer pessoas em fuga de uma emergência? Não. Era o avião de Cristiano Ronaldo.
Não quero entrar em discussões de futebol e de intenções: no diz...
Prioridades?
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