Há poucas experiências humanas tão burocraticamente românticas como um divórcio. Começa quase sempre com promessas eternas e termina com um Excel emocional onde se dividem móveis, amigos e, se necessário, o comando da televisão. Pelo caminho, descobre-se que a fórmula “até que a morte nos separe” afinal incluía cláusulas em letra pequena. Em Portugal o fenómeno não é propriamente raro. Em 2024 registaram-se...
Enquanto decorre o divórcio
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