Fico sempre de semblante carregado e sobrolho franzido quando gente continental teima em achar que eu não tenho “pronúncia açoriana” só porque da minha boca não sai a fonética micaelense…
Desde os meus tempos de estudante universitário em Lisboa que tento explicar aos “meus quase patrícios” (expressão de Antero de Quental) estes pressupostos: os povoadores, vindos do norte, do centro e do sul...
Do desconhecimento sobre os Açores
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