A infância não está apenas ameaçada quando é destruída; está também ameaçada quando deixa de ser infância.
Talvez o maior paradoxo do nosso tempo seja esse: nunca se falou tanto de direitos da criança e nunca lhes foi tão cedo pedido que se comportem como adultos, a um só tempo consumidores e produtos de exposição pública. Hoje, o que ameaça a infância já não se resume a formas clássicas de violência...
Anjos que não guardam
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