Seguro distancia-se da 'troika' e recusa redução de salários


 

Lusa/AO online   Economia   18 de Nov de 2011, 20:20

O secretário-geral do PS, António José Seguro, distanciou-se
do que disse serem os “senhores da ‘troika’”, ao apontar que Portugal não pode aceitar a imposição de medidas como a redução dos salários.
“Não aceitamos que a ‘troika’ venha a Portugal impor aos portugueses o caminho que devemos fazer para cumprir as metas com que nos comprometemos”, afirmou António José Seguro, em Valença, durante um jantar com militantes do PS.

“Recuso qualquer diminuição dos salários em Portugal”, disse, acrescentado que essa medida, defendida pela ‘troika’, “apenas” permitiria “competir com países que não têm o mesmo nível de desenvolvimento”.

A aposta, insistiu, passa pela inovação, apoio às empresas exportadoras e qualificação dos trabalhadores portugueses.

“E não baixar os salários como tentam propor esses senhores da ‘troika’ que cá vieram”, acentuou, dizendo: “Nós, socialistas, não aceitámos que nos digam que a competitividade em Portugal se faz diminuindo os salários na função pública e no sector privado”.

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