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SATA tem de ir à banca para cumprir serviço público

Presidente do Grupo SATA diz que a compensação pública prevista é de 28 milhões de euros por ano, mas o crescimento da procura aumentou as necessidades de financiamento para cerca de 42 milhões de euros em 2025.



Adiantar o dinheiro dos serviços que não estavam previstos no contrato para só mais tarde receber a compensação. É assim que tem funcionado o contrato de obrigações de serviço público entre o Grupo SATA e o Governo Regional.

Tiago Santos, presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, defendeu ontem, na Assembleia Legislativa dos Açores, a necessidade de rever o atual contrato de obrigações...

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