O chefe da diplomacia dos EUA classificou o texto como "falso", assim como "muitos outros” noutros órgãos da Comunicação Social, que se baseiam em "charlatães e mentirosos que se dizem bem informados", segundo escreveu o próprio na rede social X.
Aquele jornal noticiara na segunda-feira que Washington tinha pedido a Cuba que desapossasse o seu chefe de Estado, considerado resistente a mudanças, sem defender, contudo, um derrube completo do governo daquele regime comunista.
Rubio declarou na terça-feira que as medidas anunciadas na véspera pelo governo, permitindo que a diáspora cubana investisse na ilha e possuísse empresas privadas, estavam longe de ser suficientes.
"Cuba tem uma economia em frangalhos e o sistema político e governamental é incapaz de consertá-la. Eles precisam fazer mudanças radicais", disse o secretário de Estado dos EUA, de ascendência cubana e um ferrenho opositor do regime de Havana, estabelecido por Fidel Castro, após a revolução de 1959.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no domingo que Cuba deseja chegar a um acordo com os EUA.
O líder republicano tem falado de negociações em andamento com Havana desde janeiro, algo que a cúpula cubana só reconheceu na sexta-feira, após negar tais contactos durante semanas.
Cuba, que atravessa sua pior crise económica dos últimos 30 anos, viu a situação agravada desde a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças americanas, precisamente em janeiro, e consequente suspensão do fornecimento de petróleo de Caracas.
