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Lusa/AO   Nacional   26 de Dez de 2008, 05:21

O Público noticia hoje que o Governo nacionalizou uma empresa suspeita de falência fraudulenta, enquanto o Correio da Manhã avança que a EPUL pagou 1,3 milhões a mais ao Benfica.
  O jornal Público refere-se à empresa de licenciamento e merchandising TBZ, que entrou para o domínio do Estado após a nacionalização do BPN, e que está a ser investigada pelo Ministério Público por suspeita de insolvência dolosa.

    Este diário destaca a morte do dramaturgo Herold Pinter, que recebeu o prémio Nobel da Literatura em 2005.

    "Sócrates pede coragem no combate à crise" na sua mensagem de Natal, escreve o Público, à semelhança dos restantes jornais diários que também puxam para primeira página a mensagem do primeiro-ministro.

    O Correio da Manhã noticia que a EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa - pagou 1,3 milhões a mais ao Benfica por causa dos ramais de acesso ao novo estádio de futebol.

    O jornal acrescenta que a EPUL enviou ao procurador-geral da República, Pinto Monteiro, o relatório do inquérito interno sobre as facturas relativas à conclusão de ramais de ligação às infra-estruturas de subsolo para o novo estádio do Benfica.

    "Sócrates diz que baixou os juros para a habitação" realça o Correio da Manhã, que dá grande relevo ao caso da professora ameaçada por alunos, com uma arma de plástico, numa escola do Porto.

    Este é o assunto da manchete do Jornal de Notícias que titula: "Só surpreende a pistola desta vez ser de plástico".

    O jornal publica ainda uma reportagem com a comunidade Vida e Paz em Lisboa, à qual dá o título "Uma refeição para aquecer os sem abrigo".

    "Baixa de preços [devido aos saldos] pode atingir os 30 por cento a partir de domingo" e "Sócrates promete ajudar quem precisa em tempo de crise", lê-se também na capa do diário.

    O Diário de Notícias diz que há três cursos de engenharia que garantem 100 por cento de emprego: Engenharia Civil, Engenharia Informática e de Computadores e Engenharia Electrónica e de Computadores.

    "Pais querem mão dura nas escolas e defendem proibição dos telemóveis" realça o Diário de Notícias, na sequência da situação ocorrida numa escola do Porto.

    Este jornal garante que Nuno Gomes acertou a renovação com o Benfica por dois anos.

    "Andaram a roubar o cofre do Benfica" destaca o 24horas, adiantando que Luís Filipe Vieira, presidente do clube, despediu a funcionária apontada como suspeita.

    O castigo aplicado a Paulo Bento por declarações sobre os árbitros após um jogo com o FC Porto na Taça de Portugal, as suspeitas lançadas por um defesa brasileiro do Benfica e o desejo do brasileiro Paulo Assunção de representar Portugal estão na capa dos desportivos.

    “Árbitros não agarram Paulo Bento”, anuncia A Bola, sobre foto do técnico sportinguista, referindo que o Conselho de Disciplina “não reconhece tese de incitamento à violência” sustentada pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).

    A APAF, recorda o jornal, considerara as declarações de Paulo Bento sobre a arbitragem como um incitamento à violência e reclamava uma suspensão de um a três anos, mas o Conselho de Disciplina vai aplicar uma pena de 15 a 30 dias.

    Na capa de O Jogo, Paulo Assunção, o brasileiro que “fugiu” do FC Porto para o Atlético de Madrid, diz estar disponível para a selecção portuguesa, depois de ter sido observado pelo técnico Carlos Queiroz.

    “Devo a carreira a Portugal”, titula O Jogo, numa entrevista ao jogador que afirma que a “última coisa que queria” era que o seu novo clube tivesse de jogar contra o FC Porto na Liga dos Campeões, revelando ainda que foi ameaçado no campo de treinos dos portistas de que lhe partiriam uma perna se saísse dos “dragões”.

    O Record destaca na capa uma entrevista ao central brasileiro Sidnei, que "lança suspeita" sobre a possibilidade do Benfica estar a ser prejudicado: "será que há alguém interessado em não nos deixar ser campeões?".

    O jogador refere que "não é a primeira vez que o Benfica é prejudicado", a propósito do nulo consentido frente ao Nacional, desafio em que nos descontos o árbitro anulou um golo aos "encarnados" por falta de um jogador benfiquista.

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