Quarta edição do ‘Columbus’ traz 250 atletas a Santa Maria

Quarta edição do ‘Columbus’ traz 250 atletas a Santa Maria

 

Nuno Martins Neves   Outras modalidades   1 de Fev de 2019, 09:35

Os trilhos marienses vão animar-se amanhã, sábado, (2 de fevereiro) com o Columbus Trail, prova organizada pelo Azores Trail Run e que vai passar em todos os pontos turísticos da ilha.

A quarta edição do Columbus Trail vai para os trilhos da ilha de Santa Maria este sábado, dia 2 de fevereiro, com um total de 250 atletas preparados para calcorrear pontos como a Ribeira dos Maloás, a Baía de São Lourenço ou o Barreiro da Faneca. São três as distâncias desenhadas pelo organizador Azores Trail Run: o Columbus Grand Trail, um trilho circular com início e fim na Vila do Porto, com 74,5 quilómetros (km) de distância e 2810 metros de desnível positivo; o Columbus Marathon, com partida na Baía de São Lourenço e chegada na Vila do Porto, ao longo de 42,9 km e 1440 metros de desnível positivo; e o Columbus Half Marathon, 22,9 km e 420 metros de desnível positivo, com saída da Lagoinha e chegada a Vila do Porto.


“Esta edição tem sido preparada ao longo do ano. Desde a primeira edição que vamos fazendo ajustes para manter a prova interessante para os atletas. Na quarta edição, voltamos a fazer parte do calendário nacional, o que nos levou a fazer uma alteração na data”, explicou Mário Leal, da Azores Trail Run. Para o organizador, a prova mariense já começa a ter uma boa implantação no público, “pois isto é um evento desportivo mas também turístico e temos indicações que os hotéis e rent-a-cars estão esgotados”.


Aliás, Mário Leal assume que a comunidade da ilha apelidada de “Algarve dos Açores” acarinha e muito o Columbus Trail: “Há um forte empenho das atividades comerciais, do município que recebe o evento de braços abertos e colabora de forma incansável. Mesmo os comerciantes empenham-se, com mudança de horários de funcionamento”.


A edição de 2018 ficou marcada pelo falecimento de um atleta logo nos primeiros quilómetros da corrida, um infortúnio “que pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar”, refere Mário Leal, que acrescenta que “o apoio foi extremamente rápido: o bombeiro-socorrista, com o material necessário, chegou ao local 6 minutos depois do alerta, quando as normas internacionais apontam para meia hora”.


Para 2019, a organização reforçou a segurança e apoio aos atletas, com a contratação de dois elementos de Proteção Civil, “muito experientes a nível nacional e que vão colaborar e transmitir a experiência deles com as entidades locais”.


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