PSD/Açores quer voto eletrónico como “teste piloto” nas legislativas regionais de 2020

PSD/Açores quer voto eletrónico como “teste piloto” nas legislativas regionais de 2020

 

AO Online/ Lusa   Regional   1 de Set de 2019, 19:03

O líder do PSD/Açores, Alexandre Gaudêncio, defendeu este domingo uma revisão da lei eleitoral, que permita aos eleitores votar através do voto eletrónico, "comodamente" em suas casas, já nas eleições legislativas regionais de 2020.

"Hoje em dia é possível, com as novas tecnologias, qualquer pessoa com um smartphone ou um computador em casa, comodamente, poder votar em qualquer eleição", lembrou o dirigente social-democrata, no encerramento da Universidade de Verão da JSD, que hoje terminou na cidade da Horta.

Segundo explicou Alexandre Gaudêncio, esta proposta "inovadora", que o PSD/Açores gostaria de ver aplicada como "teste-piloto" nas eleições legislativas regionais de 2020, resulta do compromisso assumido pelo partido de combater a abstenção eleitoral, que no caso das eleições europeias de maio, foi a mais elevada do país.

"O voto eletrónico é um compromisso que os nossos candidatos à Assembleia da República, levam neste novo mandato, para que se possa alterar a lei eleitoral, adiantou o líder do PSD/Açores, lançando também o "desafio" aos restantes partidos nas ilhas, para que apoiem este compromisso na Assembleia da República.

O dirigente social-democrata recordou, por outro lado, que as eleições legislativas nacionais de 6 de outubro, não se destinam a eleger o Primeiro-Ministro, como tem sido dito, erradamente, por alguma pública, mas apenas os candidatos dos Açores à Assembleia da República.

"Se assim o fosse, o Primeiro-Ministro, hoje em dia, seria Pedro Passos Coelho", esclareceu Alexandre Gaudêncio, perante alguns risos entre os 30 jovens açorianos que durante quatro dias participaram na Universidade de Verão da JSD, que decorreu na ilha do Faial.

Para o líder do PSD/Açores, as legislativas regionais deverão funcionar como uma antecâmera das legislativas regionais de 2020, acrescentando que os açorianos "estão fartos do Partido Socialista" e que é preciso provocar no arquipélago uma "revolução, no bom sentido da palavra", no próximo ano.

"É muito importante termos um bom resultado eleitoral, mais não seja, para que os açorianos possam mostrar um cartão amarelo ao Partido Socialista aqui nos Açores", concluiu Alexandre Gaudêncio.


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